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  ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO DE FORÇA NA TERCEIRA IDADE - Artigo de Revisão  
  Andréa Lorena Coloma / Ana Claudia Tolentino Nolasco de Souza / Ivanilton de Santana Silva / Roberto Simão  

Revista On-Line - Ano 4 / nº 7
Artigo de Revisão ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO DE FORÇA NA TERCEIRA IDADE Autores: Andréa Lorena Coloma1 Ana Claudia Tolentino Nolasco de Souza1 Ivanilton de Santana Silva1 Roberto Simão1,2 1 – Programa de Pós Graduação Lato-sensu em Musculação e Treinamento de Força da Universidade Gama Filho (UGF – BA) 2 – Departamento de Educação Física da UGF. RESUMO A população com idade superior a 60 anos esta crescendo rapidamente em varias sociedades. O envelhecimento é um processo complexo que envolve muitas variáveis que interagem entre si e influenciam signi- ficativamente o modo em que alcançamos determinadas idades. O obje- tivo deste estudo é examinar adaptações ao treinamento de força, na terceira idade, considerando, o processo de envelhecimento, a osteo- porose, o músculo esquelético no processo de envelhecimento, as alte- rações hormonais, programa de treinamento e, ação do exercício físico no tecido ósseo e a capacidade funcional nesta população. A metodolo- gia consistiu em consultar as fontes de referências que fundamentassem teoricamente o estudo. Como resultado, às constatações teóricas admi- tem que os idosos retêm o potencial para melhorar a força muscular. Este estudo demonstra que a força muscular pode e deve ser desenvolvi- da através de um programa de atividade física, com exercícios revesti- dos de moderada a alta intensidade, visando à melhoria da capacidade funcional. Palavras chaves: Terceira idade. Atividade física. Qualidade de vida. Treinamento de força. ABSTRACT The population with superior age the 60 years this growing quickly in you vary society. The aging is a complex process that involves many variables that interacts between itself and influences the definitive way significantly where we reach age. The objective of this study is to examine adaptations to the force training, in the third age, considering, the process of aging, osteoporosis, the muscle in the aging process, the hormonal alterations, program of training and, action of the physical exercise in the osseous fabric and the functional capacity in this population. The methodology consisted of consulting the sources of references that based the study theoretically. As result, to the theoretical evidences they admit that the aged ones hold back the potential to improve the muscular force this study demonstrate that the muscular force can and must be developed through a program of physical activity, with coated exercises of moderate the high intensity, aiming at to the improvement of the functional capacity. Keys words: Elderly. Physical activity. Quality of life. Strength training. INTRODUÇÃO O envelhecimento é um processo progressivo irreversível que ocorre com todos os indivíduos, mas em diferentes taxas de declínio1. Con- seqüentemente, é comum encontrar indivíduos com a mesma idade crono- lógica que possua uma diferença acentuada com relação à capacidade funcional2. CHODZKO-ZAIKO2 define a senescência com referência a passagem do tempo na qual um indivíduo ou sujeito tem existido, e é medido independentemente de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Na gerontologia as propostas científicas possuem diversas vertentes, mas convergem no sentido da importância da atividade física no que concerne à saúde e qualidade de vida3. Conforme RauchBach3, as res- postas metabólicas, as modificações estruturais e funcionais do orga- nismo alcançam um patamar de desempenho com os programas de treina- mento físico. A falta de um estilo de vida saudável, como: má alimen- tação, tabagismo, ingestão de álcool e Inatividade física; faz com que modificações anatomofisiológicas ocorram com o avançar da idade causando inúmeros danos à saúde. Por esta razão a prática do exercí- cio físico regular, torna-se imprescindível já que as alternativas nesta época da vida requerem atenção especial4. Evidenciando a importância no que se refere à adaptabilidade á pratica do exercício para idosos, pode-se considerar que as respos- tas metabólicas e modificações estruturais e funcionais corroboram com expectativas de uma melhoria do desempenho das atividades coti- dianas, e serve como um instrumento poderoso na promoção da saúde do idoso, estratégia fundamental do envelhecimento saudável5. O objetivo deste artigo foi examinar o treinamento de força, assim como, seu potencial de contribuição na atividade física e programa de exercícios para a melhoria das capacidades funcionais dessa popu- lação. Segundo dados do IBGE, no ano de 2030 o Brasil terá a sexta população mundial em número absoluto de idosos. As doenças ligadas ao processo de envelhecimento levam a um dramático aumento dos cus- tos de assistências de saúde, além de importante repercussão social com grande impacto na economia dos países6. Por hipótese, admite-se que adaptação ao tratamento de força de pessoas na terceira idade promove aumento considerável da capacidade funcional destes indiví- duos. O que significa maior autonomia e independência nas atividades de vida diária (AVD’s) e um retardamento no aparecimento de problemas associados ao envelhecimento. PROCESSO DE ENVELHECIMENTO O declínio associado à capacidade funcional parece ser inevitável com o envelhecimento, contudo, existem fortes evidências de que muitas funções não necessariamente declinam em uma taxa constante. Por exemplo, as medidas cardiovasculares (pressão arterial, débito cardíaco, e etc.) geralmente declinam-se com a idade7, contudo in- divíduos fisicamente saudáveis exibem um menor declínio nas funções em relação a indivíduos saudáveis da mesma idade cronológica1. Barker e Martin8 reportam que a taxa na qual o processo de envelheci- mento ocorre varia entre os indivíduos e é ocasionado tanto por fato- res genéticos, assim como por fatores ambientais. Entre os fatores am- bientais que influenciam no envelhecimento estão: nutrição, escolha do estilo de vida (álcool, fumo e uso de drogas) e exercício. A utiliza- ção de estudos longitudinais para analisar as modificações com cada estratégia de intervenção é mais adequada para relatar entre indiví- duos com avançar da idade8. Um indivíduo sedentário, portador de múltiplas doenças crônicas possuirá um declínio mais acentuado das medidas fisiológicas em comparação aos indivíduos com um menor número de doenças crônicas. Portanto, a presença e ausência de doenças também contribuem para a aceleração da taxa do envelhecimento na população1. A opinião de pesquisadores9,10,11,12 que estudam o envelhecimento é que indivíduos com alto nível de capacidade funcional/fisiológi- ca podem ser biologicamente mais jovens em relação ao indivíduo de mesma idade que apresentam valores menores na capacidade funcional fisiológica. Estes pesquisadores determinaram a relação entre o nível da atividade física e os efeitos do programa do exercício, sobre a idade biológica e a capacidade funcional, para verificar o potencial na qual o exercício físico pode atuar na manutenção da independência e conseqüentemente na qualidade de vida do indiví- duo idoso, assim como os músculos, tendem a se tornarem mais fortes e resistentes quanto mais forem usados e exercitados, obedecendo a certos limites. OSTEOPOROSE A osteoporose consiste na perda da massa óssea normal, fragilidade estrutural e propensão a fraturas. Ela pode resultar de perdas estru- turais já existentes ou da incapacidade do organismo de depositar as quantidades necessárias dos ossos em determinados períodos da vida ou, de uma combinação das duas13. Sabe-se que à medida que a pessoa enve- lhece, os ossos apresentam uma tendência para se desmineralizarem, ou seja, perdem cálcio e se tornam tão fracos e quebradiços que as fratu- ras passam a constituir uma ameaça real para a vida dessas pessoas4. Os ossos são remodelados constantemente por células que o absorvem, os osteoclastos, e por outras que depositam, osteoblastos. Existem dois tipos de ossos: os ossos corticais que constituem mais de 2/3 do esqueleto (encontrados nas diáfises dos ossos longos) e os trabe- culares (encontrados nas vértebras e na pelve, nos ossos chatos e nas epífises dos ossos longos). O ultimo tipo de osso é metabolica- mente mais ativo com maior taxa de renovação14. A osteoporose pode ser detectada através da densiometria óssea (radiografia óssea) quando já tiver ocorrido uma perda de 20 a 30% da densidade óssea. Geralmente, a osteoporose ocorre em mulheres idosas, mas pode surgir muito cedo, sob certas circunstâncias, principalmente após a meno- pausa. O homem começa a perda óssea a partir dos 50 anos e em média 0,4% ao ano, a partir dos 70 anos pode chegar a 0,8%, essa perda pode ser acentuada de acordo com o estilo de vida adotado, no entanto esse decréscimo parece ser mais raro. A mulher a partir dos 35 anos perde em média 0,8% de peso ósseo por ano, na menopausa pode passar a 2,3% anualmente15,16. MÚSCULO ESQUELÉTICO NO PROCESSO NO ENVELHECIMENTO A magnitude pela qual o impulso neural voluntário com a idade diminue não esta claro17. Tem sido sugerido que a diminuição da massa muscular é a principal razão para redução na capacidade de produção de força com a idade. Essa diminuição associada com a idade foi denominada sarcopenia18 e conforme se envelhece, observa-se uma tendência geral para redução na massa muscular. Parece que este efeito na massa muscular independe da localização do músculo. A diminuição na massa muscular é causada pela redução no tamanho das fibras musculares, pela perda de fibras musculares individuais ou ambas19. Há uma perda preferencial das fibras musculares do tipo II, de contração rápida. Muito da redução na força muscular com o envelhecimento está relacionado à atrofia gradual e seletiva das fibras musculares do tipo II16. As quantidades de proteína, potássio, mineral e água também podem ser afetadas, pois as cadeias pesadas de miosina transformam-se para o tipo mais lento, o que poderia afetar a velocidade do ciclo das pontes transversas de actina e miosina durante as ações muscula- res20. Portanto, a perda tanto da quantidade como da qualidade das proteínas nas unidades contráteis dos músculos proporciona uma base bioquímica estrutural para a perda da força e potência muscular com o envelhecimento16. As mudanças associadas ao conteúdo de miosina de cadeia pesada (MCP), as proteínas contráteis, e no fluido (sarcoplasma) das fibras musculares estão constantemente mudando e se renovando a cada 7 a 15 dias21. O treinamento de força influencia este processo afetando a qualidade e quantidade de proteínas contráteis que são produzidas. O sistema neuromuscular no homem alcança sua maturação plena entre 20 e 30 anos de idade. Entre as 3ª e 4ª décadas a força máxima per- manece estável ou com reduções pouco significativas. Em torno dos 60 anos, é observada uma redução da força máxima muscular entre 30 e 40%, o que corresponde a uma perda de força de cerca de 6% pôr década dos 35 aos 50 anos de idade e, a partir daí, 10% pôr década16. Após os 35 anos há alteração natural da cartilagem articular que associada às alterações biomecânicas adquiridas ou não provoca ao longo da vida degenerações diversas que podem levar a diminuição da função locomotora e da flexibilidade acarretando maior risco de lesões6. Contudo, entre outros fatores, a resistência óssea esta ligada à atividade física. ALTERAÇÕES HORMONAIS O sistema endócrino ajuda um organismo na adaptação ao seu ambi- ente. Este fato é muito importante para as respostas básicas e para as adaptações crônicas associadas com o treinamento de for- ça22. De interesse especial para o treinamento de força são os hormônios anabólicos tal como a testosterona, o hormônio do cres- cimento, a insulina e os fatores de crescimento que ajudam a esti- mular o desenvolvimento dos tecidos musculares e nervosos16. Com a idade o sistema endócrino perde a sua habilidade de alterar as concentrações hormonais causadas pelo exercício: reduções nas con- centrações de repouso dos hormônios anabólicos também são observa- dos com o envelhecimento22(HAKINEN,1995). Após um protocolo pesado de força, de cinco séries de 10RM com três minutos de descanso entre as séries para homens mais velhos (70 anos) não ocorreram mudanças nas concentrações de testosterona na circulação, enquanto nos homens mais jovens (30 anos) e de meia idade (50 anos) estes aumentos foram observados17. Este mesmo padrão de mudança com o envelhecimento foi observado para o hormônio do cres- cimento. Assim como os homens, as mulheres mais velhas também demons- traram uma falta de resposta do hormônio de crescimento ao treinamento de força. Assim, as respostas do hormônio de crescimento e da testos- terona ao exercício de força em adultos mais velhos apóiam a idéia em que o sistema endócrino fica comprometido com a idade16,17,22. Fundamentalmente, isso significa que os mecanismos anabólicos rela- cionados ao crescimento de tecidos são afetados pelo envelhecimento. Um programa de treinamento de força planejado adequadamente pode resultar em aumentos significativos na massa muscular, na hipertrofia das fibras musculares na densidade óssea e nos aperfeiçoamento rela- cionados à força. Como resultado da perda massa muscular e de força associada com o envelhecimento muita atenção concentrou-se nas estra- tégias para prevenção ou reversão das perdas17. PROGRAMA DE TREINAMENTO Desde que a manutenção de um adequado nível de força muscular é um fator crucial para autonomia física do indivíduo idoso, muitos pesquisadores começaram a reavaliar a prescrição de treinamento no que se refere à intensidade, freqüência e duração dos exercícios de resistência muscular em programa destinados aos idosos23. O trei- namento de força por sua parte está relacionado de acordo com autores, com a compensação na perda da massa e força muscular, melhorando a ca- pacidade funcional, conseqüentemente a qualidade de vida5. As estratégias para prescrever ou aumentar a massa muscular nos idosos devem ser implementadas por que a sarcopenia e a fraqueza podem ser características quase universal em idades avançadas24. Os princípios fundamentais do planejamento de programa de treina- mento de força são os mesmos não importa a idade do participante. Tem sido mostrado que exercício de força de alta intensidade (80% de 1RM) pode ser tolerado e resulta em adaptações positivas nos muitos velhos. Alguns dados indicam que a intensidade deve ser cui- dadosamente controlada para não iniciar a síndrome de excesso de treinamento. É possível que a recuperação de uma seção de treina- mento demore mais, e o uso de intensidade variadas em um formato periodizado possa permitir adaptações mais apropriadas25. É impor- tante ressaltar o nível de inicial de condicionamento físico de força dos idosos mais frágeis possa ser perto de zero com a capa- cidade de força máxima de apenas alguns quilos. Um programa de treinamento de força progressivo pode significar que um indivíduo mais velho possa levantar apenas 0,2 kg durante uma série. Desse modo, a carga necessária do início do programa é mínima em muitas situações. A escolha do equipamento correto para permitir a mani- pulação de incrementos tão baixos de carga também exige algum cui- dado17. A estimulação ótima dos grandes grupos musculares nas ex- tremidades inferiores (agachamentos) e superiores (supinos e puxadas) devem ser prioridade importante em um programa para adultos velhos 25. AÇÃO DO EXERCÍCIO FÍSICO NO TECIDO ÓSSEO Efeito piezelétrico é a transformação da energia mecânica causada pela inatividade física, em energia elétrica13. Sabe-se que os músculos estão ligados aos ossos pelos tendões, neles encontram-se as terminações nervosas, as quais estão relacionadas com a energia elétrica. A atividade muscular juntamente com a atividade óssea é responsável pela energia mecânica. As terminações nervosas existen- tes nessa região são responsáveis em levar os estímulos proporcio- nados pela atividade física até a medula espinal ou cérebro. Sendo assim, o estímulo da carga mecânica provocada pela atividade física aciona um efeito piezelétrico localizado no osso gerando mudanças elétricas e estimulando os osteoblastos26. O decréscimo da massa muscular com a idade em humanos está bem documentada. A excreção urinária de creatina reflete o conteúdo de creatina muscular e a massa muscular total que decresce aproximada- mente 50% entre as idades 20 e 90 anos. Esse declínio da força muscu- lar do idoso esta diretamente associado à diminuição da massa corporal. A tomografia computadorizada do músculo demonstra que após 30 anos de idade ocorre uma redução na área transversa da coxa, diminuição da densidade muscular e um aumento na gordura intramuscular. Essas alte- rações são mais pronunciadas nas mulheres. A redução na força muscular é um componente importante do envelhecimento normal. Apesar deste pro- cesso ser inevitável, a eficiência muscular pode ser mantida pelo pa- drão de atividades diárias. Idosos que continuam ativos exibem níveis de força muito mais elevados que os sedentários26. CONCLUSÃO As evidências apresentadas permitem concluir que a atividade físi- ca regular e a adoção de um estilo de vida ativo são necessários para a promoção da saúde e qualidade de vida durante o processo de envelhecimento. Pessoas mais idosas que pôr algum motivo, não tiveram a chance ou motivação para praticarem algum esporte durante seu pe- ríodo de juventude, poderiam desfrutar dos benefícios da atividade física após esta fase da vida. É importante observar que a intensidade da atividade física deve ser dosada para cada faixa etária. As investigações cientificas durante os 10 últimos anos demonstraram que o treinamento de força pode ser implantado com sucesso nas populações mais velhas, mesmo em idosos frágeis e muito doentes podem se beneficiar e melhorar sua qualidade de vida. O fator individualidade biológica deve esta presente em qualquer programa de atividade física, e mais do que nunca para pessoas idosas no qual naturalmente a sugestão de todos os sistemas de organismo acontece de maneira acelerada dependendo é claro do estilo de vida que a pessoa leva. Apesar das inevitáveis conseqüências do envelhecimento, existe a possibilidade de modificar fisiologicamente este processo atra- vés de um programa de exercícios apropriados e medidas preventivas para a manutenção da saúde. O planejamento e progressão adequados de um programa regular de exercícios pode atenuar os declínios da força muscular que ocorre com o processo de envelhecimento o desu- so. Exercício de força muscular podem produzir um aumento signifi- cante da força muscular, potência hipertrofia e melhoria nas habi- lidades motoras dos indivíduos idosos. As investigações científicas nos últimos anos demonstraram que o treinamento de força pode ser implementado com sucesso e segurança nas populações mais velhas. Portanto, tanto a atividade física quanto o exercício, representam intervenções importantes para manutenção da saúde e das funções fisiológicas ao longo da vida. A literatura sugere que a manutenção ou o incremento da densidade mineral óssea deve começar desde cedo na vida. Para isso, recomenda-se que o exercício regular seja estimulado desde a infância, com o pro- pósito de atrasar o começo da perda óssea e ou reduzir o grau de per- das14. RECOMENDAÇÕES • Submeter-se a uma consulta médica prévia com o intuito de avaliar o sistema cardiovascular, pulmonar e ostéo-mio-articular. • Evitar ambientes muito quentes ou sem ventilações. • Usar roupas confortáveis, que não impeçam a liberdade dos movimentos e não prejudiquem a circulação. • Estar atento a individualidade biológica, principalmente em indivíduos com a mesma faixa etária. • Intensificar a atividade com exercícios para os principais grupos musculares inferiores (agachamentos) e superiores(supinos e puxadas). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Ueno LMA. Influência da atividade física na capacidade funcional: envelhecimento. Rev Brasileira Ativ Física Saúde 1997; 2:53-59. 2. Chodzko-Jajko WJ. The physiology of aging: structural changes and functional consequences. Implications for research and clinical practice in exercise and activity science. Quest 1996; 48:311-329. 3. Rauchbach R. Exercício–saúde – envelhecimento. Rev Mundo Saúde 1995;.22:41-53. 4. Caromano FA. 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